Frase ‘Laysa, presente’ foi repetida por diversas vezes em coro (Foto: Portal Infonet)
Publicado originalmente no site do Portal Infonet, em 20 out, 2018 18:20
Corpo de Laysa Fortuna é sepultado sob protestos contra
transfobia
O corpo da transexual Laysa Fortuna foi sepultado na
presença de amigos e familiares na tarde deste sábado, 20, no Cemitério São João
Batista, em Aracaju. Ela morreu na última sexta-feira no Hospital de Urgência
de Sergipe (Huse), onde se recuperava da facada que levou de Alex da Silva
Cardoso no dia anterior. Alex já está preso e será indiciado por homicídio.
Nesta tarde, os amigos da vítima ecoaram gritos contra a transfobia e LGBTfobia
no cemitério – assim como a frase ‘Laysa, presente!’.
Geovana: ela queria ver as pessoas felizes e livres
Geovana, transexual e amiga de Laysa, diz que guardará boas
lembranças dos anos de convivência com a amiga. “Laysa era alegria. Era uma
mulher guerreira e transmitia isso. Queria que as pessoas fossem livres,
felizes e respeitadas”, pausou. Ela sempre enfrentou os casos de violência que
via nas ruas. Ela sempre foi muito ativa. Ela lutava por todo mundo”, conta o
amigo e homem trans, Daniel Lima. “A mensagem que fica é que nós estamos aqui.
Vamos continuar aqui, resistindo por Laysa e tantas outras”, concluiu Geovana.
O assassinato de Laysa endossa uma grave estatística no
Brasil, segundo apontam os dados da Associação Nacional de Travestis e
Transexuais (Antra). No levantamento da entidade, já são 131 mortes entre
travestis, mulheres transexuais e homens trans no País somente em 2018. “Apenas
20% dos culpados foram presos. Lutamos diariamente para que essas pessoas não
virem estatísticas. A Justiça vai muito além da prisão dos culpados”, afirmou
transexual Geovana.
Marcelo: precisamos de políticas sérias de combate a
LGBTfobia
“É preciso que a sociedade faça uma grande reflexão. Acima
de qualquer coisa, é um atentado a vida de um ser humano. Mas as pessoas
precisam compreender que a LGBTfobia existe. Todo ódio, todo preconceito, estão
mais próximos do que imaginamos. São precisas políticas eficazes no combate a
transfobia, ao preconceito, e da própria aceitação. 90% das pessoas trans estão
na prostituição porque não têm alternativas”, alertou Marcelo Lima,
representante da Adhones/LGBTI e assessor da diretoria de Direitos Humanos da
Semfas.
Após todos os protestos e uma oração, o corpo de Laysa
Fortuna foi enterrado sob aplausos e muita emoção dos presentes.
Por Ícaro Novaes
Texto e imagens reproduzidos do site: infonet.com.br
Publicado originalmente no site da FAN F1, em 20/10/2018
Corpo de Laysa Fortuna é velado na Zona Norte de Aracaju
(SE)
Por Leonardo Barreto
O corpo da transexual, Laysa Fortuna, de 26 anos está sendo
velado na casa da família no bairro Porto Dantas na Zona Norte de Aracaju (SE).
Laysa morava sozinha em uma casa próximo a família e segundo a tia, Roseane
Calixto, ela tinha uma ótima relação com todos os familiares. “Era sempre
alegre, todo mundo gostava muito dela”, contou.
A tia a ainda relatou sobre a relação entre Laysa e sua avó
materna. “Ela amava muito minha mãe. Pouco antes de morrer, ela pediu que eu
cuidasse da avó dela”, lamentou.
O sepultamento do corpo de Laysa está marcado para às 15h no
Cemitério São João Batista em Aracaju (SE).
Laysa morreu no Hospital de Urgências de Sergipe (Huse) na
tarde dessa sexta-feira, 19, depois de ter sido esfaqueada por um homem,
identificado como Alex Silva Cardoso, de 33 anos, no cruzamento das ruas
Itabaiana e Estância, no Centro de Aracaju (SE). O caso foi registrado na noite
da quinta-feira, 18.
O agressor já foi preso.
Texto e imagem reproduzidos do site: fanf1.com.br
Alex Silva foi preso na Praça Fausto Cardoso (Foto: SSP/SE)
Publicado originalmente no site do Portal Infonet, em 20 out, 2018
Homem que assassinou transexual é preso na Praça Fausto
Cardoso
O homem acusado assassinar transexual Laysa Fortuna foi
preso na manhã deste sábado, 20, por policiais do Departamento de Atendimento a
Grupos Vulneráveis (DAGV) na Praça Fausto Cardoso. Alex Silva Cardoso, que é
morador de rua, foi encaminhado à 4ª Delegacia Metropolitana.
De acordo com a delegada Meire Mansuet, que responsável
pelas investigações, Alex costuma dormir na calçada de uma agência bancária da
Caixa Econômica, da avenida Barão de Maruim, nas proximidades do local onde
transexuais fazem ponto. As investigações, conforme a delegada, apontaram que
ele costumava circular pela região, praticando crime de ódio e intolerância e
insultando as transexuais.
A delegada Meire Mansuet confirma que as ofensas e discursos
de ódio deram origem ao desentendimento que culminou com a morte de Laysa
Fortuna. “Ele sempre fazia provocações. Até que Laysa Fortuna revidou, eles
entraram em luta corporal e Alex desferiu o golpe faca”, explica.
Alex da Silva Cardoso será indiciado por homicídio. O
inquérito foi concluído e será encaminhado à Justiça nesta segunda-feira, 22. O
acusado ficará detido na 4ª Delegacia Metropolitana, até que a Justiça defina
para qual presídio ele será encaminhado.
Relembre o caso
Laysa Fortuna foi atacada na noite desta quinta-feira, 18,
no Centro de Aracaju, por um homem identificado como Alex Silva Cardoso, que é
morador de rua. O desentendimento começou após o suspeito passar pelo local,
manifestando discurso de ódio contra as transexuais.
Laysa foi encaminhado ao Hospital Nestor Piva e logo depois
para o Hospital de Urgências de Sergipe (Huse), mas não resistiu ao ferimento e
veio a óbito na tarde desta sexta-feira, 19.
O homem foi preso em flagrante, mas o delegado plantonista confeccionou
um Termo de Ocorrência Circunstanciado, considerando o crime como ameaça, com
lesão corporal de natureza leve. Com isso, o suspeito obteve o direito de ser
solto e responder em liberdade.
O caso foi encaminhado ao Departamento de Atendimento a
Grupos Vulneráveis (DAGV) e nesta sexta-feira, 19, a pedido da delegada Meire
Mansuet, o Poder Judiciário expediu o mandado de prisão contra Alex Silva.
por Verlane Estácio
Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br
Bianca Medeiros (à esquerda) abraça uma amiga de Laysa Fortuna
Foto: Portal Infonet
Publicado originalmente no site do Portal Infonet, em 19 out, 2018
Amigos lamentam morte da transexual Laysa Fortuna
Amigos e familiares se encontraram na frente do Instituto
Médico Legal (IML), no bairro São José, para lamentar a morte da transexual
Laysa Fortuna, enquanto esperavam a liberação do corpo para o velório.
“Estamos aqui para prestar solidariedade”, diz a professora
e a ativista LGBT, Adriana Lohana, que recebeu a notícia da morte de Laysa com
muita tristeza. Para ela, acontecimentos como esse só reforçam a onda violenta
de preconceito que os transexuais sofrem no Brasil.
Para a melhor amiga de Laysa, Bruna Medeiros, será difícil
imaginar viver sem a convivência de Laysa. “Está sendo muito difícil pra mim
saber que a minha amiga foi embora”, conta. Ainda de acordo ela, que estava com
Laysa no momento do crime, a cena que ela presenciou será difícil de esquecer.
“A polícia conseguiu pegar ele [o agressor] enquanto minha amiga chorava no
chão e nos meus braços”, relembra.
O corpo de Laysa será velado na residência da mãe da jovem
no bairro Porto Dantas.
Por João Paulo Schneider e Aisla Vasconcelos
Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br
Foto: Rede Social - Reproduzida do site: f5news.com.br
Texto publicado originalmente no site do Portal Infonet, em 19 out, 2018
Transexual esfaqueada no Centro morre no Huse
Laysa Fortuna sofreu uma parada cardíaca e faleceu no Huse
(Foto: Linda Brasil)
Polícia Civil está em busca de Alex da Silva Cardoso,
acusado de esfaquear Laysa Fortuna (Foto: Grupo Sergipe Notícias)
A transexual Laysa Fortuna, que estava internada no Hospital
de Urgência de Sergipe (HUSE), depois de ter sido esfaqueada por um homem no
Centro de Aracaju, sofreu uma parada cardíaca e faleceu na tarde desta
sexta-feira, 19
A assessoria de comunicação do Huse explicou que Laysa
passou por uma drenagem torácica, mas sofreu uma parada cardíaca. A equipe
médica tentou reanimá-la, mas Laysa não resistiu e veio a óbito. De acordo com
o Huse, o corpo de Laysa será encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), que
comprovará a causa da morte.
O homem acusado de esfaquear a transexual foi identificado
como Alex da Silva Cardoso, que é morador de rua. Ele foi preso em flagrante,
mas obteve o direito de responder ao processo judicial em liberdade e foi
solto.
A delegada Meire Mansuet informou que o Poder Judiciário
decretou na tarde desta sexta-feira, 19, a prisão do acusado e que as equipes
da Polícia Civil estão em diligência para localizá-lo.
Laysa Fortuna foi atacada na noite desta quinta-feira, 18, no
Centro de Aracaju. A informação da ativista Linda Brasil é de que há dois dias,
o agressor teria travado uma discussão com várias transexuais, manifestando um
discurso de ódio e citando o nome de Jair Bolsonaro. Linda Brasil relatou que o
homem retornou armado com faca e atacou Laysa Fortuna, que reagiu e foi
atingida no tórax.
O homem foi preso em flagrante, mas o delegado plantonista
confeccionou um Termo de Ocorrência Circunstanciado, considerando o crime como
ameaça, com lesão corporal de natureza leve. Com isso, o suspeito obteve o
direito de ser solto e responder em liberdade.
O caso foi encaminhado ao Departamento de Atendimento a
Grupos Vulneráveis (DAGV) e a delegada Meire Mansuet, entendendo que houve uma
tentativa de homicídio, pediu ao Poder Judiciário que decretasse a prisão do
acusado. A mandado de prisão foi expedido e a Polícia Civil está a procura do
suspeito.
por Verlane Estácio
Texto reproduzido do site: infonet.com.br
Publicado originalmente no site FAN f1, em 19/10/2018
Instituto de Direito de Família lança nota de apoio à trans
agredida
Por Célia Silva
O Instituto Brasileiro de Direito de Família de Sergipe
(IBDFAM/SE) e a Comissão de Direito Homoafetivo e de Gênero lançaram nota de
apoio à transexual Laysa Fortuna, de 25 anos, que foi esfaqueada na região do
tórax, no Centro de Aracaju (SE) na noite dessa quinta-feira, 18.
A nota emitida diz que a violência transfóbica é um crime de
ódio e que deve ser repudiada.
Leia a nota na íntegra:
“NOTA DE SOLIDARIEDADE
O Instituto Brasileiro de Direito de Família de Sergipe
(IBDFAM/SE) e a Comissão de Direito Homoafetivo e de Gênero manifestam
solidariedade, apoio e assistência à Laysa, mulher trans brutalmente agredida e
mais uma vítima de transfobia na noite de 18 de outubro de 2018. A violência
transfóbica é um crime de ódio contra a humanidade e deve ser repudiada e
responsabilizada como tal.
Acácia Gardênia Santos Lelis
Presidente do Instituto Brasileiro de Direito de Família de
Sergipe
Daniela de Andrade Souza
Presidente da Comissão de Direito Homoafetivo e de Gênero do
IBDFAM/SE”
Texto e imagem reproduzidos do site: fanf1.com.br
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Imagem reproduzida do site: f5news.com.br
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Mulher transexual morre após ser esfaqueada no Centro
Publicado originalmente no site do Jornal do Dia, em
20/10/2018
A cabeleireira transexual Laysa Fortuna, 25 anos, morreu
após ser esfaqueada em um ataque ocorrido às 22h desta quinta-feira, na esquina
entre as ruas Estância e Itabaiana, centro da capital. O crime aconteceu depois
que um homem armado fez uma série de provocações a um grupo de travestis que
faziam ponto no local, ofendendo-as com palavrões e chegando a exibir o órgão
genital para elas. Segundo testemunhas, uma primeira travesti foi atacada pelo
agressor, mas Laysa tentou defende-la e acabou ferida na altura do tórax,
próximo ao pescoço. As outras transexuais cercaram o homem e conseguiram
dominá-lo até a chegada de soldados que estavam de plantão no Quartel do
Comando Geral da Polícia Militar (QCG).
Laysa foi socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento
Móvel de Urgência (Samu) e levada ao Hospital de Urgência de Sergipe (Huse). A
princípio, a informação dos médicos é de que o ferimento, apesar de profundo,
não teria causado danos graves e poderia ser revertido com um procedimento que
estabilizou o quadro de saúde da vítima. No entanto, o estado de saúde se
agravou ao longo do dia de ontem e um dreno precisou ser implantado para tentar
conter o sangramento pulmonar da paciente. Em meio a um procedimento de
emergência, a transexual não resistiu e teve sua morte confirmada às 15h30.
O desdobramento mudou a forma como o crime está sendo
investigado pela polícia. O ataque à Laysa foi levado à Delegacia Plantonista
Sul e registrado inicialmente como "ameaça seguida de lesão corporal
leve", crime no qual o autor do ataque, Alex da Silva Cardoso, foi autuado
e liberado na manhã de ontem, após assinar um termo circunstanciado. "Na
Delegacia, a guarnição e testemunhas foram ouvidas, bem como mantido contato
com o Huse, que informou que o estado de saúde da vítima era estável e havia
sido realizado um procedimento de assistência local, sem intercorrência. Em
virtude do que foi levantado, (...) foi confeccionado um Termo de Ocorrência
Circunstanciado e o acusado responderá em liberdade, como prevê a lei",
justificou a Secretaria da Segurança Pública (SSP), em nota divulgada durante a
manhã de ontem.
Com a confirmação da morte de Laysa, a Polícia Civil
reavaliou o caso, cujo procedimento já tinha sido remetido ao Departamento de
Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV). A delegada Meire Mansuet, responsável
pela unidade que apura crimes relacionados à homofobia, ouviu novas testemunhas
e indiciou Alex Cardoso pelo crime de homicídio doloso qualificado e pediu a
prisão preventiva dele. A ordem foi concedida pela Justiça e, até o fechamento
desta edição, duas equipes de captura do DAGV e do Departamento de Homicídios e
Proteção à Pessoa (DHPP) faziam buscas para prendê-lo, junto com equipes de
unidades da Polícia Militar.
No começo da noite, Mansuet confirmou ao JORNAL DO DIA que o
crime foi motivado por transfobia, que é a discriminação contra travestis e
transexuais, e que o acusado já tinha uma conduta agressiva em relação à
presença das vítimas na região onde ele vive como guardador de carros. "As
testemunhas relataram que, já há alguns dias atrás, o autor já provocava tanto
a vítima como outras meninas trans que ficam ali pelo Centro. Ele sempre
perseguia, importunava e, por ser provavelmente portador de algum distúrbio, ou
usuário de drogas, ele tinha essa conduta ofensiva. A motivação foi mesmo a
homofobia, a discriminação, a intolerância. Foi um crime lastimável",
disse a delegada.
O crime causou revolta entre familiares, amigas e ativistas
que apoiam a causa dos direitos dos homossexuais. Eles lamentaram a liberação
do autor do crime e criticaram a onda de discriminação e violência contra a
população LGBT. O protesto também se estendeu às redes sociais, onde foi
divulgada uma das últimas gravações em vídeo feitas por Laysa. Nela, a
transexual rebatia um comentário que criticava a afirmação de que "ser gay
é uma doença". "Eu acho que doentes são as pessoas que usam o
preconceito como arma para se defender. São pessoas que não têm coragem de
expor o que realmente são ou querem para suas vidas. E a arma que eles usam é
atacando as pessoas que dão a cara a tapa, que têm coragem de perder o amor de
pais, mães, irmãos e amigos. Doentes são os homofóbicos", desabafou Laysa,
na gravação.
O corpo da vítima foi liberado ontem à noite pelo Instituto
Médico-Legal (IML) e está sendo velado na casa da família, no bairro Porto Dantas
(zona norte).
Texto reproduzido do site: jornaldodiase.com.br

Publicado originalmente no site FAN F1, em 19/10/2018
Trans é esfaqueada no Centro de Aracaju (SE)
Por Redação FAN F1
Uma transexual identificada como Laysa Fortuna, de 25 anos
foi esfaqueada na região do tórax. O caso foi registrado no Centro de Aracaju
(SE) na noite dessa quinta-feira, 18, e segundo uma amiga da vítima, o ato
teria sido praticado por um apoiador do candidato à Presidência da República,
Jair Bolsonaro (PSL). O homem foi preso e encaminhado à 4ª Delegacia
Metropolitana, no Conjunto Augusto Franco, zona Sul da capital.
A ativista Linda Brasil socorreu a vítima e disse que o
agressor costuma ameaçar outras trans, que trabalham no centro da capital
sergipana. Ela teme que ele possa ser solto hoje e voltar a cometer outros crimes. “Estou em pânico
porque fui informada, pelo delegado que o caso foi classificado como lesão
corporal e que o agressor deve ser liberado hoje. Como uma pessoa que estava
rodando no Centro à noite toda com uma faca na mão dizendo que se Bolsonaro
ganhar todas nós seremos mortas, pode ser solto assim?”, questionou Linda
Brasil que atua em defesa da comunidade LGBTQ+.
Para ela, o caso deve ser classificado como tentativa de
homicídio. “Ele não pode ser solto e ficar impune. Eu quero justiça”, apelou.
A vítima foi encaminhada ao Hospital Municipal Nestor Piva e
transferida para o Hospital de Urgência de Sergipe (Huse). A perfuração
provocou uma hemorragia e o acúmulo de sangue nos pulmões. De acordo com a
assessoria de comunicação do hospital, Laysa está com um dreno para tentar
eliminar o sangue da região pulmonar e o seu quadro de saúde é estável.
A Secretaria de Estado da Segurança Pública de Sergipe
(SSP-SE) está em contato com o delegado responsável pelo caso e deve emitir um
posicionamento ainda hoje pela manhã.
Texto e imagem reproduzidos do site: fanf1.com.br