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quarta-feira, 15 de junho de 2022

GUERRA > Ucrânia pode ter sido “provocada”


 Publicado originalmente na Fanpage no Facebook/Alvaro Dias, em 14 de junho de 2022

'O papa Francisco afirmou que a guerra na Ucrânia pode ter sido “provocada”. A declaração do líder religioso foi feita em 19 de maio, mas o texto só foi divulgado pelo Vaticano nesta terça-feira (14/06). "Mas o perigo é que só vemos isso, o que é monstruoso, e não vemos todo o drama que está se desenrolando por trás desta guerra, que talvez tenha sido de alguma forma provocada ou não impedida”, disse o Papa.

Sem dar detalhes, o papa Francisco disse que se reuniu com um chefe de Estado meses antes do início da guerra na Ucrânia. Segundo o pontífice, esse líder – que ele não mencionou o nome – manifestou preocupação com a movimentação da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte). Segundo o líder da Igreja Católica, a autoridade de governo disse que a aliança militar “está latindo nas portas da Rússia. E não entendem que os russos são imperiais e não permitem que nenhuma potência estrangeira se aproxime deles”'. (Equipe Alvaro Dias).

Texto e imagem reproduzidos da Fanpage no Facebook/Alvaro Dias.

Link da publicação original no Facebook > https://bit.ly/3OhwUbX

sexta-feira, 29 de abril de 2022

GUERRA > ONU pede colaboração da Rússia para apurar crimes...

 

Publicado originalmente no site da revista ISTO É DIHEIRO, em 28/04/22 

ONU pede colaboração da Rússia para apurar crimes de guerra

Deutsche Welle

Em visita a cidades destruídas nos arredores de Kiev, secretário-geral da ONU, António Gueterres, classificou conflito como “absurdo” e defendeu que o Tribunal Penal Internacional conduza investigação.O secretário-geral da ONU, António Guterres, classificou nesta quinta-feira (28/04) o conflito na Ucrânia como um “absurdo” e defendeu uma investigação sobre possíveis crimes de guerra cometidos pela Rússia no país.

Em visita aos arredores de Kiev, ele disse que pensou na própria família ao observar a destruição em Bucha, Irpin e Borodianka, três das cidades mais atacadas pelas forças russas no entorno da capital ucraniana.

Em Bucha – que se tornou um símbolo das atrocidades da guerra depois de terem sido descobertos centenas de cadáveres espalhados nas ruas após a retirada das tropas russas – Guterres defendeu uma investigação do Tribunal Penal Internacional (TPI), com sede em Haia, pedindo a cooperação de Moscou.

“Quando vemos este lugar horrível, vemos como é importante ter uma investigação completa e estabelecer responsabilidades”, disse. “Apelo à Rússia para que concorde em cooperar com o Tribunal Penal Internacional”, acrescentou.

Ao passar por edifícios em ruínas em Borodianka, Guterres disse que lembrou da própria família. “Imagino a minha família numa destas casas destruídas e escurecidas. Vejo as minhas netas correndo em pânico”, afirmou. “Uma guerra no século 21 é um absurdo, nenhuma guerra é aceitável no século 21”, completou, destacando que “o pior dos crimes é a própria guerra”.

Guterres seguiu depois para Irpin, onde os combates entre as forças russas e ucranianas foram particularmente sangrentos. “Todo mundo deve se lembrar sempre de uma coisa: em qualquer guerra, são sempre os civis que pagam o preço mais alto”, disse, em frente a um prédio de apartamentos parcialmente destruído pelos bombardeios russos.

O secretário-geral da ONU chegou à Ucrânia na quarta-feira, depois de uma visita a Moscou, onde se reuniu com o presidente, Vladimir Putin, e pediu que ele coopere com a ONU para permitir a retirada de civis das áreas bombardeadas, sobretudo no leste e sul da Ucrânia, onde as forças russas concentram agora a sua ofensiva. Nesta quinta-feira, estava previsto encontro com o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski.

Esta é a primeira visita do secretário-geral das Nações Unidas à Ucrânia desde o início do conflito e acontece numa altura em que Guterres tem sido alvo de críticas pela sua passividade em tomar medidas concretas para travar a guerra.

Terceiro mês de guerra

Com o conflito agora entrando em seu terceiro mês, Kiev admite que as forças russas estão obtendo ganhos no leste, capturando uma série de aldeias na região de Donbass.

A primeira fase da invasão da Rússia não conseguiu tomar Kiev e derrubar o governo de Zelenski, depois de encontrar forte resistência ucraniana, reforçada com o apoio de armas ocidentais.

Desde a retirada das tropas russas do entorno de Kiev, a campanha se concentrou em capturar o leste e o sul do país, usando cada vez mais mísseis de longo alcance contra o oeste e o centro da Ucrânia.

O ministro da Defesa da Ucrânia, Oleksiy Reznikov, admitiu que o país enfrenta “semanas extremamente difíceis”, enquanto Moscou tenta “infligir o máximo de dor possível”.

Já o Ministério da Defesa da Rússia informou nesta quinta-feira que as forças russas destruíram dois depósitos de armas e munições no leste e no sul da Ucrânia, com “mísseis de alta precisão”.

Nos últimos dias, a Rússia também tem como alvo armas fornecidas pelo Ocidente, à medida que os Estados Unidos e a Europa atendem cada vez mais ao pedido de Zelenski por um poder de fogo mais pesado.

Ameaça de ataque nuclear

Em um discurso desafiador na quarta-feira, Putin disse que se as forças ocidentais intervirem na Ucrânia e criarem “ameaças inaceitáveis”, enfrentarão uma resposta militar “rápida como um relâmpago”.

“Temos todas as ferramentas para isso, que ninguém mais pode se gabar de ter”, disse, referindo-se implicitamente aos mísseis balísticos e ao arsenal nuclear de Moscou.

O Kremlin reiterou as advertências nesta quinta-feira, classificando as entregas de armas ocidentais como perigosas para a segurança europeia.

Embora os aliados ocidentais continuem receosos de serem atraídos para a guerra com a Rússia, aumentaram o apoio militar a Kiev, já que a Ucrânia manteve sua feroz resistência.

Em seu impasse econômico com o Ocidente, a Rússia cortou na quarta-feira o fornecimento de gás para a Bulgária e a Polônia, países membros da União Europeia (UE) e da Otan. Bruxelas alertou que não vacilará em seu apoio a Kiev, acusando o Kremlin de tentativa de “chantagem”.

Os dois países agora estão recebendo gás dos vizinhos da UE, já que a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, prometeu uma resposta “imediata, unida e coordenada”.

Com o bloco de 27 estados-membros, que depende do gás da Rússia, lutando para diversificar suas fontes de energia, ela destacou que “a era dos combustíveis fósseis russos na Europa chegará ao fim”.

As tensões também aumentaram na Transnístria, região separatista da Moldávia que faz fronteira com o sudoeste da Ucrânia. Separatistas pró-Rússia alegaram que tiros foram disparados na quarta-feira do outro lado da fronteira em direção a uma vila que abriga um depósito de armas russo depois que drones sobrevoaram a Ucrânia.

Texto reproduzido do site: istoedinheiro.com.br

GUERRA > “O pior crime de guerra é a própria guerra”, (Guterres)

Legenda da foto: Secretário-geral António Guterres visita Irpin, na Ucrânia - (Crédito da foto: UN Photo/Eskinder Debebe)

Publicado originalmente no site da ONU NEWS, em 28 de abril de 2022 

“O pior crime de guerra é a própria guerra”, afirma Guterres na Ucrânia

Paz e segurança

Secretário-geral das Nações Unidas esteve em três cidades fortemente atacadas pelas forças russas perto da capital ucraniana Kyiv; ele reforçou que a guerra é absurda e inaceitável; Guterres ainda fez um apelo para que investigações sigam e que os autores responsabilizados.

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, chegou à Ucrânia nesta quinta-feira. Ele tem encontros separados com o presidente Volodymyr Zelenskyy e o ministro de Relações Exteriores, Dmytro Kuleba.

A visita do chefe da ONU ao país acontece após Guterres se reunir também com os chefes de Estado da Turquia, Rússia e Polônia. Todos sobre a guerra no território ucraniano e na busca de formas de acesso de ajuda humanitária, evacuação de civis e pelo fim da violência.

Secretário-geral da ONU, António Guterres fala à mídia em Kyiv, capital da UcrâniaUN Photo/Eskinder Debebe

Secretário-geral da ONU, António Guterres fala à mídia em Kyiv, capital da Ucrânia

Visita à Ucrânia

O secretário-geral visitou três cidades perto de Kyiv fortemente afetadas, que tiveram a infraestrutura civil destruída. Ao observar os abalos causados pela violência, ele contou que imaginava como seria sua própria família vivendo nas casas alvejadas e fugindo dos ataques.

Para Guterres, a guerra no século 21 é um absurdo e inaceitável. Ao ver de perto a destruição, ele expressou pêsames às famílias das vítimas.

Reações

Ao passar pelas cidades bombardeadas de Borodyanka, Bucha e Iprin, o secretário-geral ficou chocado e lembrou que famílias inteiras e crianças tiveram que enfrentar essas imagens de horror.

Em Bucha, o líder da ONU visitou um local no qual havia uma vala comum onde centenas de pessoas foram enterradas por familiares e vizinhos. Ele afirmou que é de extrema importância abrir investigações sobre a ofensiva à Ucrânia, reforçando seu apoio ao trabalho do Tribunal Penal Internacional, TPI.

Guterres ainda fez um apelo para que a Rússia coopere com as investigações. Ao falar sobre os crimes de guerra, ele disse que “o pior crime de guerra é a própria guerra”.

Civis

Em Irpin, o chefe da ONU visitou um complexo residencial destruído e afirmou que o “cenário horrível demonstra algo que infelizmente é sempre verdade: os civis sempre pagam o preço mais alto”.

De acordo com o Centro de Satélites das Nações Unidas, 71% de Irpin foi destruída.

No início deste mês, a chefe de direitos humanos da ONU, Michelle Bachelet, disse que ficou “horrorizada” com imagens mostrando os corpos de civis mortos nas ruas de Bucha e em sepulturas improvisadas.

Para a alta comissária, os relatos levantam questões sérias sobre possíveis crimes de guerra, bem como graves violações do direito internacional humanitário e dos direitos humanos.

Investigações

Sobre o apelo feito pelo secretário-geral na busca de justiça para as vítimas na Ucrânia, o promotor do TPI, Karim Khan, falou a jornalistas, na noite de quarta-feira, do lado de fora do Conselho de Segurança na sede da ONU em Nova York.

Ele afirmou que esse é um momento de ação e que o “direito internacional não pode ser um espectador passivo”, precisando se mover para proteger e buscar responsáveis.

O promotor conduz uma investigação sobre possíveis crimes de guerra e contra a humanidade desde 2 de março, após o encaminhamento de um pedido de 43 Estados-membros.

O foco da investigação são “supostos crimes cometidos no contexto da situação na Ucrânia desde 21 de novembro de 2013”.

Segundo Khan, desde o início da investigação, uma equipe de especialistas já examinou vários locais na Ucrânia, incluindo Lviv, Kyiv e Bucha.

Texto e imagem reproduzidos do site: news.un.org/pt

segunda-feira, 14 de março de 2022

GUERRA > Fugindo da invasão da Rússia

Foto de judeus, desesperados para fugir do nazismo na 2a Guerra Mundial?

Não. Foto atual, de ucranianos desesperados para fugir de seu país, invadido pela Rússia.

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Publicado originalmente no Perfil do Facebook/Ricardo Amorim, em 14 de março de 2022  


F/1 > Foto de judeus, desesperados para fugir do nazismo na 2a Guerra Mundial?


F/2 > Não. Foto atual, de ucranianos desesperados para fugir de seu país, invadido pela Rússia. 


Não aprendemos nada nos últimos 80 anos?! 


Texto e imagens reproduzidos do Facebook/Ricardo Amorim 

quinta-feira, 10 de março de 2022

GUERRA > Ataque aéreo da Rússia na Ucrânia


Vídeo mostra ataque aéreo da Rússia na Ucrânia 


Ministério da defesa russo também não especificou quando essas imagens foram gravadas 


Da CNN 


06/03/2022 às 19:36  


O Ministério da Defesa russo divulgou imagens neste domingo (6) de um ataque aéreo na Ucrânia. 


O ministério disse que os ataques destroem somente infraestruturas militares. 


As imagens mostram um caça com mísseis na parte inferior. 


Após a decolagem, o vídeo mostra o momento do disparo, mas não é possível ver o alvo do ataque. 


O jato muda de direção após a ação e volta para a base militar. 


O ministério da defesa russo também não especificou quando essas imagens foram gravadas.

segunda-feira, 7 de março de 2022

GUERRA > Rússia X Ucrânia (06/03/2022)

Postagem na Fanpage do Facebook/Folha de S.Paulo, em 6 de março de 2022 


Pai era o único sobrevivente | Enquanto tentava sair da cidade ucraniana de Irpin, nos arredores de Kiev, uma família foi morta neste domingo (6) em meio a um ataque de morteiros organizado por tropas russas, que tentam assumir o controle do local, importante artéria para chegar à capital. A fotógrafa Lynsey Addario registrou o exato momento em que soldados ucranianos tentavam socorrer o pai, o único que ainda estava vivo quando o registro foi feito. A mãe, o filho adolescente e a filha, que aparentava ter em torno de 8 anos, já estavam mortos. A fotografia foi publicada no jornal americano The New York Times. 
 
A bagagem deles, que incluía uma mala de rodinhas azul e algumas mochilas, estava espelhada pelo chão, perto da calçada, junto com uma caixa verde, dentro da qual estava um cachorro latindo. 
 
Irpin, cidade de pouco mais de 60 mil habitantes, está sob bombardeio constante. A região fica a apenas 25 km de Kiev. Os soldados ucranianos no local, com auxílio da população, chegaram a explodir parte de uma ponte que permite acesso ao município, na tentativa de impedir que as tropas russas assumissem o controle, relatou à Folha o jornalista israelense Itai Anghel, que acompanha a situação in loco. 
 
Lynsey Addario/The New York Times 

Texto e imagem reproduzidos do Facebook/Folha de S. Paulo 

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PraTodosVerem: Foto colorida mostra dois soldados tentando socorrer um homem, que tem seu corpo estirado no asfalto e sangue no rosto e na mão direito. Próximo a ele, há os corpos de sua esposa, sua filha e seu filho, que estão mortos. A família está vestida com roupas de frio e cercada de algumas bagagens. Os soldados vestem roupa militar e carregam armas. Há um outro soldado em pé, olhando a cena; e um um homem caminhando no fundo. O céu está nublado e a rua está suja. Na imagem, há o seguinte texto: Foto mostra soldados tentando salvar família da Ucrânia morta em ataque da Rússia. 


Ver relato sobre a foto, no comentário:

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022

GUERRA > Rússia ataca a Ucrânia





Publicado originalmente no site da CNN BRASIL, em 24 de fevereiro de 2022 


Moradores de Kiev formam longas filas de carro tentando sair da capital da Ucrânia 


Trânsito pesado parece estar se movendo para o oeste do país, para longe de onde as explosões foram ouvidas pelos repórteres da CNN 


Da CNN 


Fotos da capital ucraniana Kiev, na manhã desta quinta-feira (24), mostram longas filas de carro tentando sair da cidade após a Rússia lançar um ataque contra o país nesta madrugada. 


O trânsito pesado parece estar se movendo para o oeste, longe de onde as explosões foram ouvidas pela manhã, com poucos carros indo para o leste. 


Tiros e explosões foram ouvidos na madrugada desta quinta-feira (24) em diversas partes da Ucrânia logo após a Rússia anunciar uma operação militar no país vizinho. 


O repórter Mathias Brotero, da CNN Brasil, está em Kiev, capital da Ucrânia, e relatou ter ouvido barulhos que podem ser de explosões. 


“Este é um ato de guerra”, afirma Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia 


Rússia ataca a Ucrânia; explosões são ouvidas em várias cidades 


Presidente da Ucrânia impõe lei marcial e pede calma à população 


Repórteres de equipes da CNN em Kiev, ouviram explosões na direção do aeroporto internacional da cidade. Nas redes sociais, usuários relataram ter ouvido várias explosões na área de Boryspil, a leste da capital, onde o aeroporto internacional está localizado, a cerca de 25 quilômetros da cidade. A CNN não confirmou que o aeroporto foi alvo. 


Em Kharkiv, a segunda maior cidade da Ucrânia localizada no nordeste do país, uma equipe da CNN relata ter ouvido um “fluxo constante de explosões”. 


Em Kramatorsk, cidade ao leste do país localizada a cerca de 120 quilômetros de Donetsk, duas pessoas disseram que ouviram pelo menos duas explosões. Na região, controlada por separatistas, tiros de artilharia foram ouvidos nesta quinta-feira. 



Em Mariupol, moradores disseram à CNN que ouviram explosões vindas do leste da cidade, localizada no sudeste do país. Já em Odessa, uma equipe da CNN ouviu duas sequências de explosões, com cerca de 20 minutos de intervalo entre elas. Em Zaporizhzhia, uma equipe de reportagem disse ter ouvido pelo menos uma explosão distante. 


Além disso, uma equipe da CNN na cidade russa de Belgorod, que fica a cerca de 80 quilômetros ao norte de Kharkiv, disse ter ouvido um fluxo regular de baques que soavam como fogo de artilharia. 


Separatistas apoiados pela Rússia disseram nesta quinta que lançaram uma ofensiva na cidade de Shchastia, controlada pela Ucrânia, na província de Luhansk, disse a agência de notícias russa Interfax. 


O ataque russo 


Após dias de escalada de tensão e ameaças, a Rússia de Vladimir Putin atacou a Ucrânia nas primeiras horas desta quinta-feira (24). 


Pouco depois de Putin ter autorizado, em pronunciamento pela TV, uma operação militar nas regiões separatistas do leste da Ucrânia, explosões e sirenes foram ouvidas em várias cidades do país, segundo relatos de repórteres da CNN. 


Em seu pronunciamento, Putin justificou a ação ao afirmar que a Rússia não poderia “tolerar ameaças da Ucrânia”. Putin recomendou aos soldados ucranianos que “larguem suas armas e voltem para casa”. O líder russo afirmou ainda que não aceitará nenhum tipo de interferência estrangeira. 


Em vídeo divulgado nas redes sociais, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky anunciou que impôs a lei marcial no país e pediu que a população permaneça calma. 


“Caros cidadãos ucranianos, esta manhã o presidente Putin anunciou uma operação militar especial em Donbas. A Rússia realizou ataques contra nossa infraestrutura militar e nossos guardas de fronteira. Ouviram-se explosões em muitas cidades da Ucrânia. Estamos introduzindo a lei marcial em todo o território do nosso país”, declarou. 


O ministro ucraninano de Relações Exteriores, Dmytro Kuleba, afirmou que Putin ordenou invasão de larga escala. “Cidades pacíficas da Ucrânia estão sob ataque. Esta é uma guerra de agressão”, escreveu. 


Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia descreveu a ação militar da Rússia como um “ato de guerra”, em um comunicado publicado nas redes sociais. 


Texto e imagens reproduzidos do site: cnnbrasil.com.br