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segunda-feira, 28 de outubro de 2019

SERGIPE - MEIO AMBIENTE > Exército na limpeza das praias...




Fotos: Ascom/Sema

Publicado originalmente no site da Agência Aracaju de Notícias, em 27/10/19

Prefeitura recebe Exército Brasileiro para contribuir com a limpeza das praias aracajuanas

Na manhã deste domingo, 27, a Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Sema), recepcionou cerca de 50 homens do 28º Batalhão de Caçadores do Exército Brasileiro - Batalhão Campo Grande, que iniciaram a contribuição com a operação de limpeza das praias aracajuanas devido aos danos causados pelo óleo que tem chegado à costa do Nordeste brasileiro. A participação do Exército na operação foi definida nacionalmente na última segunda-feira, 21, e os militares devem atuar na limpeza das praias em toda a região atingida.

Inicialmente, na tarde de sábado, 26, o secretário municipal do Meio Ambiente, Alan Alexander Mendes, em conjunto com o comandante do 28BC, o coronel de Infantaria José Fernandes Carneiro, e o capitão de Fragata da Capitania dos Portos da Marinha do Brasil, Guilherme Conti Padão, realizaram a avaliação e monitoramento da faixa de praia da Cinelândia até o Viral para analisar os próximos passos da operação.

Logo no início da manhã deste domingo, após as instruções e briefing da tropa, os militares que servem às Forças Armadas em Aracaju, deram início à operação, apoiando as equipes de limpeza. A atuação do dia segue até o aumento do nível da maré, no final da tarde. Nos próximos dias, os homens estarão à disposição para atuar na costa aracajuana enquanto for considerado necessário.

Operação de limpeza

Todos os dias, 22 quilômetros de praias estão sendo monitorados por terra e ar, este segundo sendo feito através de drones da Sema e da Defesa Civil Municipal. Desde o início da chegada do material identificado como petróleo cru ao litoral sergipano, a Prefeitura de Aracaju, por meio de uma atuação conjunta entre vários órgãos municipais, sob a coordenação da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Sema), tem atuado diariamente para mitigar os danos causados. A atuação das equipes está baseada em três pilares: monitoramento ambiental diário, limpeza das praias e comunicação e educação ambiental.

Texto e imagens reproduzidos do site: aracaju.se.gov.br

sábado, 26 de outubro de 2019

NORDESTE - MEIO AMBIENTE > Imagens do Vazamento de óleo

Publicado originalmente no site [brasil.elpais.com] em 25 de outubro de 2019 

Quinze praias do Nordeste sob o jugo do vazamento de óleo

23 fotos

Dez fotógrafos de Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia retratam os estragos do vazamento de óleo na região e o trabalho de voluntários para minimizar os prejuízos

EL PAÍS

1 - Praia do Paiva, Cabo de Santo Agostinho, Pernambuco. Voluntários fazem a remoção 
de porções de óleo com rede improvisada LEO MALAFAIA FOLHA PE

2 - Garoto tenta retirar o petróleo do corpo, após atuar na remoção das manchas, 
no mar na Praia de Itapuama, Cabo de Santo Agostinho, Pernambuco. 
Foto: LEO MALAFAIA FOLHA PE

3 - Centenas de voluntários trabalharam para a remoção das manchas de óleo. 
Com ferramentas, sacos e equipamentos provenientes de doações, o grupo trabalhou 
durante todo o dia na Praia do Paiva, Cabo de Santo Agostinho, Pernambuco. 
Foto: LEO MALAFAIA FOLHA PE

4 - Praia de Itapuama, Cabo de Santo Agostinho, Pernambuco. Entre os voluntários, algumas crianças e adolescentes participaram da ação. Na foto, após ajudar na remoção das manchas,
 uma criança sai do mar de óleo e retorna para a areia da praia. O contato prolongado 
com a substância causa queimaduras, dores de cabeça, tontura e náuseas.
Foto: LEO MALAFAIA FOLHA PE

5 - A tradicional jangada, usada por pescadores e turistas ficou presa na praia ocupada 
pelo óleo. Praia dos Carneiros, Tamandaré, Pernambuco. 
Foto: DIEGO NIGRO

6 - No litoral norte de Alagoas, na praia de Peroba, que faz parte da deslumbrante Maragogi, 
o óleo mancha a beleza dos recifes. DIEGO NIGRO

7 - No manguezal da Coroa do Meio, em Aracaju, Sergipe, um pescador 
recolhe a rede encharcada pelo óleo. 
Foto: JANAÍNA SANTO

8 - Redes de contenção do óleo levadas pela maré até as pedras da orla de Aracaju, 
uma das áreas mais atingida pelo óleo no estado de Sergipe. 
Foto: JANAÍNA SANTO

9 - Pai Velho, pescador na praia de Itapuã, Salvador, Bahia. Pescador desde os 10 anos 
de idade,  ele conta: “eu nunca vi quantidade de óleo como essa aí! O povo agora sente 
medo de comprar peixe”. Ele diz que já sente o impacto nas vendas.
Foto: MARCEL LOPES

10 - O impacto econômico começa a atingir os pescadores, como ‘Seu Raimundo’, 53 anos e pescador na praia do Rio Vermelho. “O impacto desse vazamento está péssimo.
 As vendas caíram bastante”. (Foto:MARCEL LOPES)

11 - Gigante manta de óleo atinge o litoral norte do estado de Pernambuco
 na Praia do Janga, em Paulista. (Foto: LEO MALAFAIA FOLHA PE)

12 - Uma multidão de voluntários se esforça para retirar o óleo da praia de Itapoama,
 em Cabo de Santo Agostinho, Pernambuco. Foto: TÚLIO ASSIS

13 - A retirada do óleo da costa do Nordeste é um esforço voluntário dos moradores 
das cidades costeiras. Praia de Itapoama, em Cabo de Santo Agostinho, Pernambuco. 
Foto: TÚLIO ASSIS

14 - No improviso, qualquer recipiente é utilizado para armazenar o óleo retirado 
das praias pelos voluntários. Praia de Muro Alto, Ipojuca (Pernambuco). 
Foto: TÚLIO ASSIS

15 - Na praia de Muro Alto, Ipojuca, Pernambuco, voluntários usam rede para recolher
 troços de óleo cru das águas. (Foto: BRUNA VELOSO)

16 - O surfista Edson “Parafina” observa desolado a condição da praia contaminada pelo óleo. Acostumados a surfar nas praias da região norte de Alagoas,
 os esportistas estão impossibilitados de entrar no mar devido ao vazamento. 
Foto: BRUNA VELOSO

17 - Uma turista toma sol ao lado da foz do rio Persinunga, que delimita a fronteira
(na região litorânea) entre os estados de Pernambuco e Alagoas. 
A boia de contenção tenta evitar que o óleo se espalhe do mar em direção ao rio. 
Foto: APRÍGIO VILANOVA

18 - Na Pedra de Xaréu, Cabo de Santo Agostinho, Pernambuco, uma multidão de 
voluntários se organiza como pode para retirar o óleo da praia. 
Foto: ANDERSON STEVENS

19 - Um voluntário submerge as mãos na água do mar para retirar o óleo que contamina 
a praia de um dos maiores centros de turismo do Nordeste. 
Pedra de Xaréu, Cabo de Santo Agostinho, Pernambuco. 
Foto: ANDERSON STEVENS

20 - Detalhe de uma mancha de óleo na praia de Pedra do Sal, Salvador, Bahia.
Foto: MATEUS MORBECK

21 - Luana, uma voluntária moradora da região, ajuda a limpar as pedras na famosa
 praia da Pedra do Sal, no bairro de Itapuã em Salvador, Bahia.
Foto: ANTONELLO VENERI

22 - Cantada em verso e prosa por mestres da Bossa Nova, como Vinícius de Moraes, 
Toquinho e Baden Powell, a praia de Itapuã, em Salvador, Bahia, foi uma das mais 
atingidas pelo óleo. Os funcionários da prefeitura e voluntários fizeram uma limpeza, 
mas ficaram resíduos. (Foto: ANTONELLO VENERI)

23 - Na praia de Jauá, local de veraneio de muitos moradores da Região Metropolitana 
de Salvador, o óleo ocupa o espaço antes ocupado pelos banhistas. Camaçari, Bahia. 
Foto: MATEUS MORBECK

Fotos e legendas reproduzidas do site: brasil.elpais.com

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

SERGIPE - MEIO AMBIENTE > Adema realiza vistoria...






Fotos: Marcos Rodrigues

Publicado originalmente no site do GOVERNO DE SERGIPE, em 17 de Outubro de 2019

Adema realiza vistoria em pontos turísticos da Zona de Expansão de Aracaju

Orla pôr-do-sol, Croa do Goré, Viral e Ilha dos namorados foram monitorados

Dando continuidade ao monitoramento diário realizado na costa sergipana, a fim de verificar possíveis novos focos da substância oleosa que atinge todo o litoral nordestino desde o final do mês de agosto, o Governo de Sergipe, por meio da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema), realizou durante o dia de hoje, 17, uma vistoria em pontos turísticos da Zona de Expansão de Aracaju.

Acompanhada por profissionais da Marinha do Brasil, uma equipe técnica do órgão fez a inspeção na Orla Pôr-do-sol, Croa do Goré, Viral e Ilha dos Namorados, às margens do Rio Vaza Barris, grandes pontos turísticos da Zona de Expansão, tendo constatado aparecimento de novas manchas de óleo em dois dos locais visitados.

De acordo com o engenheiro agrônomo e técnico da Adema, Diego Fernandes, a maior quantidade encontrada foi na Ilha dos namorados. "Felizmente na Orla pôr-do-sol e na Croa do Goré não encontramos nenhum resíduo. Já no Viral, onde equipes continuam realizando a limpeza na areia, nas proximidades do Rio Vaza Barris, onde foi colocada uma barreira de contenção, constatamos manchas em pontos espaçados, que acreditamos ser resíduos da grande quantidade que de lá foi retirada nos últimos dias. Porém, na Ilha dos Namorados, encontramos novas manchas de proporção pequena, porém em quantidade considerável e em grande parte da faixa de areia", detalha.

Além da equipe que monitorou os pontos turísticos da Zona de Expansão, a Adema possui mais três equipes que realizam vistoria diária na costa sergipana, sendo duas no Litoral Norte e outra no Litoral Sul, precisamente nos municípios de Itaporanga D'ajuda e Estância. 

Texto e imagens reproduzidos do site: se.gov.br

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

SERGIPE - MEIO AMBIENTE > Charge de Edidelson Silva


Publicado originalmente no Facebook/Edidelson Silva, em 09 de outubro de 2019

Cumprindo o aviso: Charges saideiras do Jornal do Dia.

Texto e imagem reproduzidos do Facebook/Edidelson Silva

terça-feira, 8 de outubro de 2019

NORDESTE - MEIO AMBIENTE > Laudo sinaliza que mancha de óleo...

Óleo foi detectado em 109 praias, localizadas em 54 cidades de oito estados 
Foto: Governo do Sergipe/Divulgação

Publicado originalmente do site da revista ÉPOCA, em 30 de setembro de 2019

Laudo sinaliza que mancha de óleo no Nordeste pode ser petróleo da Venezuela

Documento encaminhado por Petrobras ao Ibama indicou possível procedência do material que atingiu litoral do Nordeste

Por Vinicius Sassine

A Petrobras encaminhou um laudo sigiloso ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis ( Ibama ) em que aponta a hipótese de ser venezuelano o petróleo que contaminou o litoral nordestino.

ÉPOCA apurou a informação com três fontes distintas. Além disso, apesar de o Ibama ter informado em nota à imprensa há cinco dias que o óleo que contamina diferentes praias é o mesmo, o órgão trabalha com a hipótese de que existe mais de uma fonte de contaminação.

As investigações em campo prosseguem para tentar decifrar o mistério da contaminação de alguns dos pontos turísticos mais importantes do Brasil.

Desde o começo de setembro, manchas de petróleo passaram a ser notadas em praias do Nordeste. O balanço atualizado pelo Ibama no último domingo mostra que o óleo foi detectado em 109 praias, localizadas em 54 cidades de oito estados.

Em sete dessas localidades, tartarugas ou aves morreram em razão da contaminação. As manchas atingiram, por exemplo, a Praia dos Coqueiros, em Sergipe; as Praias de Ponta Negra, Pipa e Tibau do Sul, no Rio Grande do Norte; Boa Viagem, Carneiros e Porto de Galinhas, em Pernambuco; Tambaba, na Paraíba; e Praias do Gunga e do Francês, em Alagoas.

Na nota divulgada pelo Ibama, o órgão informou que análise feita pela Petrobras mostrou que o petróleo encontrado é cru — ou seja, não é nenhum derivado de algum processamento — e que não foi extraído no Brasil.

O Ibama atribui a informação à estatal. A nota não informa, mas a Petrobras também mencionou que existe a hipótese de que o petróleo encontrado seja venezuelano. Não está claro como um petróleo extraído na Venezuela, cujo litoral está no Mar do Caribe, poderia ter chegado ao Atlântico, que banha a costa brasileira.

O Ibama ainda faz contraprovas, a partir das amostras colhidas, para saber se realmente não há petróleo brasileiro contaminando as praias. O órgão ambiental também analisa se faz sentido a informação repassada pela Petrobras, sobre uma suposta procedência venezuelana do produto. A principal produtora de petróleo no país é a estatal Petróleos de Venezuela S.A. (PDVSA).

Além da Petrobras, o Ibama estabeleceu parceria com o Corpo de Bombeiros do DF para investigar as causas e identificar os responsáveis pelo despejo do petróleo cru no litoral nordestino. A Marinha também participa da investigação. Um banco de óleo mantido pela Petrobras e pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) é usado nos testes feitos.

"Investigação do Ibama com apoio dos Bombeiros do DF aponta que o petróleo que está poluindo todas as praias é o mesmo. Contudo, a sua origem ainda não foi identificada", diz nota do órgão ambiental divulgada na última quarta-feira e atualizada no domingo. "Em análise feita pela Petrobras, a empresa informou que o óleo encontrado não é produzido pelo Brasil. O Ibama requisitou apoio da Petrobras para atuar na limpeza de praias."

Procurada por ÉPOCA, a Petrobras não comentou a informação sobre a procedência do petróleo vazado. A estatal apenas reproduziu o teor dos posicionamentos anteriores. "A análise realizada pela Petrobras em amostras de petróleo cru encontrado em praias do Nordeste atestou, por meio da observação de moléculas específicas, que a família de compostos orgânicos do material encontrado não é compatível com a dos óleos produzidos e comercializados pela companhia. Os testes foram realizados nos laboratórios do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes), no Rio", afirmou.

Texto e imagem reproduzidos do site: epoca.globo.com

NORDESTE - MEIO AMBIENTE > Mapa mostra áreas atingidas...

Mapa mostra áreas atingidas por petróleo no Nordeste brasileiro 
Foto: Reprodução/ Ministério do Meio Ambiente

SERGIPE - MEIO AMBIENTE > Boias serão instaladas...

Praia do Viral é uma das mais atingidas
Foto: Rodrigo Góis

Publicado originalmente no site do Portal INFONET, em  7 de outubro de 2019

Boias serão instaladas para impedir que óleo chegue aos rios

A Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) informou que vai instalar boias absorventes para impedir que as manchas de óleo atinjam os rios em Sergipe. O problema atinge todo o litoral de todo o Nordeste, mas o estado de Sergipe é o mais prejudicado.

O produto chegou em quase toda costa do Estado, desde praias de Pirambu até as prais do Sul, como a do Abaís. Os pontos mais preocupantes são a Reserva Santa Isabel, em Pirambu, berço das tartarugas marinhas, e a Praia dos Artistas, na Coroa do Meio, e Praia do Viral, em Aracaju.

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, esteve em Sergipe e sobrevoou as áreas atingidas, chegando a pousando na Praia do Viral. De acordo com a Adema, o ministro se comprometeu a apoiar os encaminhamentos junto ao Ministério de Desenvolvimento para o reconhecimento da situação de emergência no estado. Ainda não há informação sobre a causa das manchas de óleo.

Entenda o caso

A primeira mancha de óleo encontrada em Sergipe foi na praia de Pirambu no dia 24 de setembro. A Marinha informou neste dia que estaria indo ao local descobrir o nível do dano. Desde então, o produto chegou em quase toda costa do Estado, desde praias de Pirambu até as prais do Sul, como a do Abaís.

As manchas de óleo atingiram diversas praias do Nordeste e mobilizaram órgãos governamentais e ambientais na tentativa de diminuir os danos e, também, de em encontrar o responsável. A Petrobras já informou que o óleo não é de sua propriedade e que também não é de produção brasileira. Laboratórios da Adema, Marinha e Universidade Federal de Sergipe (UFS) também estão fazendo a análise do óleo.

Na última sexta-feira, 04, a maior mancha de óleo até o momento foi encontrada na Boca da Barra, no bairro Coroa do Meio, e desde então todas as praias da capital sergipana foram atingidas e interditadas. Agentes da Emsurb, Petrobras, Celse, Ong’s e voluntários estão envolvidos na retirada do produto, mas o Governo de Sergipe pede que as pessoas evitem ir às praias, pois o material é tóxico e está por toda areia.

Cerca de 58 toneladas de óleo já foram retiradas das praias sergipanas, em ação articulada por força-tarefa, envolvendo órgãos públicos e empresas privadas. O montante foi recolhido entre a quinta-feira da semana passada, 3, até o domingo, 6, quando o material foi pesado pela última vez, segundo informações da Emergência Ambiental Nacional do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Por Verlane Estácio

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br

sábado, 5 de outubro de 2019

SERGIPE - MEIO AMBIENTE > Adema inspeciona praias...












Publicado originalmente no site do GOVERNO DE SERGIPE, em 04 de Outubro de 2019

Adema inspeciona praias do litoral sergipano

Até amanhã o órgão ambiental vai emitir nota sobre balneabilidade das praias sergipanas

Em virtude do surgimento de manchas de óleo nas praias do litoral sergipano, a Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema), continua realizando o monitoramento, a fim de vistoriar a qualidade de água. Nsta sexta-feira, 04, três equipes realizam inspeções e coletam amostras da água para a realização de análise e posteriormente atestar ou não a sua balneabilidade. Das três equipes, compostas por técnicos ambientais e laboratoristas, duas percorrerão o Litoral Sul, da praia da Coroa do Meio em Aracaju até a Praia do Saco em Estância e, outra fará o trecho do Litoral Norte, da Praia da Costa na Barra dos Coqueiros até o município de Pirambu.

A Adema vem acompanhando o monitoramento das praias juntamente com a Petrobras, a Marinha, Ibama, Prefeitura de Aracaju, Deso, Secretaria de Estado do Desenvolvimento Urbano e Sustentabilidade e Defesa Civil. Mesmo após análise técnica já realizada do material coletado nas praias nos últimos 15 dias, todas as 20 praias dos litorais Norte e Sul do estado até então estão aptas para banho.

O surgimento dessas substâncias oleosas nas praias nordestinas foi detectado desde a segunda-feira, 23, no litoral do Maranhão. Em seguida foram encontradas manchas similares na costa do Piauí, Rio Grande do Norte, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e desde ontem, 03, no litoral da Bahia, último estado a ser atingido.

Aqui em Sergipe, segundo informações do Ibama, são dez praias atingidas pelas manchas de óleo em cinco municípios: as praias do litoral de Pacatuba e Pirambu. Na Barra dos Coqueiros, Atalaia Nova e a Praia da Costa. Na capital, Coroa do Meio, praia dos Artistas e Aruana. E em Estância, a praia do Abaís.

Além das praias, duas reservas ecológicas podem ser afetadas se as manchas avançarem: a Área de Especial Proteção Ambiental e Paisagem Natural Notável, na divisa de Aracaju e Barra dos Coqueiros e a Reserva Biológica de Santa Isabel, em Pirambu, onde o ICMbio desenvolve um projeto de preservação de tartarugas marinhas.

Até amanhã, a Adema vai emitir um laudo sobre as condições de balneabilidade das praias e quais as praias que estão aptas para o banho.

Texto e imagens reproduzidos do site: se.gov.br